terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Podcast - Crônica - 9º ano - Professora Roberta Christiane

 



   Olá, queridos alunos do 9º ano. A atividade de hoje é ouvir o episódio do meu Podcast. E o papo é sobre o gênero textual Crônica. Clique no link.

Podcast - https://anchor.fm/roberta-christiane/episodes/Crnica-eqrgeg

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Podcast - Notícia - 8º ano - Professora Roberta Christiane

 


   Olá, queridos alunos do 8º ano. A atividade de hoje é ouvir o episódio do meu Podcast. E o papo é sobre o gênero textual Notícia. Clique no link.

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Gênero Textual Notícia - 8º ano - Professora Roberta Christiane

                                                   

                                                 

 

Gênero Textual Notícia

   A Notícia é um gênero textual jornalístico e não literário que está presente em nosso dia a dia, sendo encontrada principalmente nos meios de comunicação.

   Trata-se, portanto de um texto informativo sobre um tema atual ou algum acontecimento real, veiculada pelos principais meios de comunicação: jornais, revistas, meios televisivos, rádio, internet, dentre outros.

   Por esse motivo, as notícias possuem teor informativo e podem ser textos descritivos e narrativos ao mesmo tempo, apresentando, portanto, tempo, espaço e as personagens envolvidas.


Características da Notícia

As principais caraterísticas do gênero textual notícia são:

  • Texto de cunho informativo;
  • Textos descritivos e/ou narrativos;
  • Textos relativamente curtos;
  • Veiculado nos meios de comunicação;
  • Linguagem formal, clara e objetiva;
  • Textos com títulos (principal e auxiliar);
  • Textos em terceira pessoa (impessoais);
  • Discurso indireto;
  • Fatos reais, atuais e cotidianos.

Estrutura e Exemplo de Notícia

Geralmente as notícias seguem uma estrutura básica classificada em:

  • Título Principal e Título Auxiliar

   A notícia é formada por dois títulos, ou seja, um principal, também chamado de Manchete, que sintetiza o tema que será abordado, e outro um pouco maior, o qual auxilia o entendimento do título principal, ou seja, é um recorte do assunto que será explorado, por exemplo:

Olimpíadas Rio 2016 (Título Principal)

Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 (Título Auxiliar)

Lide

   Na linguagem jornalística, a Lide corresponde à introdução da notícia, portanto, trata-se do primeiro parágrafo que responderá as perguntas: O Que? Quem? Quando? Onde? Como? Porque?

   Trata-se de um parágrafo em que todas as informações que estarão contidas na notícia deverão aparecer. É uma ferramenta muito importante, visto que desperta a atenção do leitor para a leitura da notícia. Segue abaixo um exemplo:


   O Rio de Janeiro, sede dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, vem se preparando para receber milhões de turistas no maior evento esportivo do planeta. Os Jogos Olímpicos ocorrerão entre os dias 05 e 21 de agosto e os Jogos Paraolímpicos, que contempla os atletas com necessidades especiais, acontecerão de 7 a 18 de setembro.


Corpo da Notícia

   Nessa parte, será apresentada a notícia com descrições mais detalhadas. Segue abaixo um exemplo:

   Segundo a página oficial do “Rio 2016”, os Jogos Olímpicos vão ocorrer durante 17 dias (05 e 21 de agosto) em quatro regiões da Cidade Maravilhosa, que totalizam 32 locais de competição: Copacabana, Barra, Maracanã e Deodoro. As Modalidades Olímpicas incluem 42 esportes, onde participarão 10.500 atletas de 206 países. Duas novas modalidades foram inclusas nos jogos Olímpicos de 2016: o Golfe e o Rugby.

   Já os Jogos Paraolímpicos, destinados para atletas com necessidades especiais, acontecerão durante 11 dias (7 a 18 de setembro) nas mesmas regiões da cidade (Copacabana, Barra, Maracanã e Deodoro), que no total contemplam 20 locais de competição. São 23 modalidades esportivas, onde participarão 4.350 atletas de 178 países. A novidade é a inclusão de duas novas modalidades: a Canoagem e o Triatlo.


Notícia e Reportagem

   Ainda que a noticia e a reportagem sejam textos jornalísticos, a notícia se difere da reportagem na medida que é um texto informativo e impessoal, sem teor opinativo, característico das reportagens. Além disso, as notícias não são textos assinados pelo autor, enquanto as reportagens apresentam o nome do repórter.

   Dentre outras diferenças que podem surgir entre esses tipos de textos, vale lembrar que a notícia apresenta um tema atual de modo inteiramente informativo, enquanto a reportagem aprofunda-se mais sobre os temas sociais e de interesse da sociedade apresentando as opiniões do autor.

Vídeo: https://youtu.be/Cw3VZUnCA4E

https://youtu.be/Gtq-Byrxweg


Fonte: https://www.todamateria.com.br (Daniela Diana - Professora licenciada em Letras)


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Crônica - 9º ano - Professora Roberta Christiane

 

O que é crônica?

   A crônica é um gênero textual curto escrito em prosa, geralmente produzido para meios de comunicação, por exemplo, jornais, revistas, etc.

   Além de ser um texto curto, possui uma "vida curta", ou seja, as crônicas tratam de acontecimentos corriqueiros do cotidiano.

   Do latim, a palavra “crônica” (chronica) refere-se a um registro de eventos marcados pelo tempo (cronológico); e do grego (khronos) significa “tempo”.

   Portanto, elas estão extremamente conectadas ao contexto em que são produzidas, por isso, com o passar do tempo ela perde sua “validade”, ou seja, fica fora do contexto.


As características das crônicas

  • narrativa curta;
  • uso de uma linguagem simples e coloquial;
  • presença de poucos personagens, se houver;
  • espaço reduzido;
  • temas relacionados a acontecimentos cotidianos.

Tipos de crônicas

   Embora seja um texto que faz parte do gênero narrativo (com enredo, foco narrativo, personagens, tempo e espaço), há diversos tipos de crônicas que exploram outros gêneros textuais.


   Podemos destacar a crônica descritiva e a crônica dissertativa. Além delas, temos:

  • Crônica Jornalística: mais comum das crônicas da atualidade são as crônicas chamadas de “crônicas jornalísticas” produzidas para os meios de comunicação, onde utilizam temas da atualidade para fazerem reflexões. Aproxima-se da crônica dissertativa.
  • Crônica Histórica: marcada por relatar fatos ou acontecimentos históricos, com personagens, tempo e espaço definidos. Aproxima-se da crônica narrativa.
  • Crônica Humorística: Esse tipo de crônica apela para o humor como forma de entreter o público, ao mesmo tempo que utiliza da ironia e do humor como ferramenta essencial para criticar alguns aspectos seja da sociedade, política, cultura, economia, etc.

   Importante destacar que muitas crônicas podem ser formadas por dois ou mais tipos, por exemplo: uma crônica jornalística e humorística.

Como fazer uma crônica

   Para fazer uma boa crônica, é preciso, inicialmente, ser um observador da sociedade. A visão particular e inusitada do cronista é que confere originalidade ao gênero. Além disso, é necessário usar uma linguagem leve, muitas vezes coloquial, e procurar demonstrar como o cotidiano pode ser cheio de significados.

Vídeos:

https://youtu.be/2XcMASxk4oM


https://youtu.be/xNhlVXCdE4U



Fontes: 

https://www.todamateria.com.br (Daniela Diana - Professora licenciada em Letras)

https://brasilescola.uol.com.br (Fernando Marinho)


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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Marchinhas de Carnaval - Professora Roberta Christiane

 Marchinhas de Carnaval



   A marchinha, ou marcha, de Carnaval surgiu em 1899, com Chiquinha Gonzaga. Foi ela que compôs “Ô abre alas”, famosa marchinha que até hoje é cantada por foliões de todo o país.

   A marchinha é um tipo de música que tem uma cadência que lembra as músicas tocadas pelas fanfarras militares, daí o nome marcha. Era ao som das marchinhas que os brasileiros participavam dos folguedos de rua e de salão do Carnaval durante quase todo o século XX.

   Antes disso, as trilhas sonoras do Carnaval eram as músicas europeias —que não tinham letra e cujo ritmo era bem diferente do que surgiu depois da canção de Chiquinha Gonzaga. A partir dela, mais compositores começaram a escrever marchinhas, como Donga, Mauro de Almeida, Ari Barroso, Noel Rosa, João de Barro (Braguinha), Lamartine Babo e muitos mais.

   Para que os foliões ficassem afiados na letra das marchinhas, elas eram divulgadas pelas rádios já a partir de dezembro. Ainda não havia televisão e as pessoas se reuniam em torno do aparelho de rádio, ansiosas para ouvir os lançamentos para o próximo Carnaval. Aí então elas eram tocadas e cantadas nas ruas, pelos blocos e cordões, e nos bailes de salão.

   O Carnaval de rua, dos blocos, reavivado nos últimos anos, principalmente no Rio de Janeiro, continua incentivando a composição de marchinhas, um gênero leve, humorado e satírico de comentar costumes, personagens e acontecimentos do dia a dia, do Brasil e do mundo.

Fonte: https://escola.britannica.com.br

Vídeos:



https://youtu.be/dWSea8zYyGY



https://youtu.be/-QPGp7tih_U



https://youtu.be/kxo-jWuaYbs


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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Samba-enredo - Professora Roberta Christiane



O Samba-enredo

   Você já assistiu a um desfile de escola de samba, mesmo que tenha sido pela televisão? Caso sim, você já deve ter percebido que as escolas desfilam ao som de um tipo determinado de música. Tente imaginar uma escola desfilando ao som de valsa ou de um rap. Impossível, não é mesmo?

   Vamos conhecer as características desse tipo de música, fundamental nessa importante manifestação cultural brasileira.

   O samba-enredo é um subgênero do samba utilizado para puxar o desfile das escolas de samba durante o Carnaval. Surgiu na década de 1930 e é considerado uma evolução dos sambas tocados durante os desfiles. Atualmente, o samba-enredo é composto para durar todo o desfile (cerca de uma hora) e é item importante na avaliação das escolas de samba.

Carnaval no Brasil

   Esse evento foi trazido pelos portugueses durante o período colonial, mas o Carnaval nos contornos que conhecemos apareceu no final do século XIX. Foi no começo do século XX, no entanto, que surgiu o samba, o ritmo musical que é um dos grandes símbolos dessa festividade brasileira.

   O samba surgiu na década de 1910, em Cidade Nova e Estácio, dois bairros populares do Rio de Janeiro. Os historiadores consideram que o primeiro grande marco desse gênero musical no Brasil tenha sido a canção “Pelo telefone”, lançada em 1917 e um dos sambas mais famosos da década de 1910.

   A década de 1920 ficou marcada pelo surgimento das escolas de samba. Essas agremiações incorporaram elementos de outras práticas do Carnaval comemorado no Rio de Janeiro. A bateria de uma escola de samba, por exemplo, surgiu da influência da cultura africana e tem como um ponto de partida, no Carnaval, os “Zé Pereira”, grupos de homens que saíam durante essa festividade tocando instrumentos de percussão.

   Os desfiles das escolas de samba são outro elemento herdado. Os ranchos carnavalescos, que eram desfiles de grupos carnavalescos, são considerados o embrião dessa prática marcante do nosso Carnaval.

   As escolas de samba, por sua vez, surgiram na década de 1920, sendo a Deixa Falar a primeira escola de samba da história brasileira. O primeiro desfile delas aconteceu em 1932, com o apoio de um jornal esportivo Mundo Sportivo. 

Samba-enredo

   O samba-enredo é um dos principais elementos do desfile das escolas de samba, uma vez que puxa-o e transmite a mensagem que quer passar. Dessa forma, esse subgênero delimita o tema do desfile de cada escola de samba. Tal prática começou ainda na década de 1930, uma vez que as letras dos sambas cantadas passaram a ser pensadas e organizadas em papel.

   Os primeiros desfiles das escolas de samba não contavam com um samba-enredo, sendo assim, diferentes sambas poderiam ser cantados durante a passagem deles. Cabia ao versador puxar o samba e fazer o improviso durante os desfiles. Sua improvisação também não seguia um tema que se relacionasse com o dos desfiles.

   Em 1935, com a profissionalização dos desfiles, as letras dos sambas passaram a ser registradas em papel, e, assim, o improviso deixou de ser uma prática do samba carnavalesco. Esse registro do samba-enredo foi uma forma de facilitar o trabalho dos jurados durante a avaliação dos desfiles.

   A partir da década de 1950, os samba-enredo receberam certa sofisticação, adotando rimas, por exemplo, e na década de 1960, popularizaram-se na música brasileira. As melhores canções desse subgênero começaram a ser gravadas e comercializadas.

Samba-enredo no Carnaval atual

   Atualmente, os sambas-enredo são elemento fundamental dos desfiles, pois, como mencionado, eles puxam a festa e traduzem musicalmente a temática abordada pela escola de samba. São avaliados pelos jurados, responsáveis por analisar a qualidade dos desfiles durante o Carnaval. Esse critério é utilizado pelos dois maiores desfiles do Brasil: o de São Paulo e o do Rio de Janeiro.

   O samba-enredo de cada escola é escolhido previamente. Há um processo de seleção interno que ocorre por um sistema de avaliação de propostas, assim que o tema do desfile é escolhido. Algumas escolas contratam um compositor para compô-lo.

   A letra do samba-enredo pode ser interpretativa ou descritiva, sendo que a descritiva apresenta o assunto com riqueza de detalhes. A melodia deve ser alegre e contagiante, com características marcantes, próprias da escola que se apresenta, além do bom gosto quanto à articulação da letra.

   É importante que a harmonia da melodia facilite o canto, pois dessa forma promove o aprendizado da letra e contagia o público, que canta fervorosamente, tornando o espetáculo mais bonito.

   Caso ocorra pane no carro de som, durante a apresentação de alguma escola de samba, os integrantes serão os responsáveis por puxar o samba até o final do desfile, em total harmonia com os batuques da bateria, para garantir que não percam pontos. Na verdade, uma pane no carro de som não causa perda de pontos, mas se os integrantes não assumirem o papel de puxadores, isso acarretará tais perdas.

   Por isso, é importante que todos os componentes participem dos ensaios, a fim de sustentar a escola caso haja problema na hora do desfile. A harmonia e a integração se tornam perfeitos quando o grupo está bem ensaiado.

   Dos sambas-enredo, serão avaliados pelos jurados: a letra, a adequação da mesma ao enredo, o bom gosto e a riqueza poética, o entrosamento dos versos com as melodias, o ritmo integrado à letra, a harmonia musical, a facilidade da letra e da música, dentre outros.

Fontes:

https://mundoeducacao.uol.com.br

https://brasilescola.uol.com.br

Professora Roberta Christiane.

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Estamos de volta!



A Escola é (Paulo Freire)

Escola é

... o lugar que se faz amigos.

Não se trata só de prédios, salas, quadros,

Programas, horários, conceitos...

Escola é sobretudo, gente

Gente que trabalha, que estuda

Que alegra, se conhece, se estima.

O Diretor é gente,

O coordenador é gente,

O professor é gente,

O aluno é gente,

Cada funcionário é gente.

E a escola será cada vez melhor

Na medida em que cada um se comporte

Como colega, amigo, irmão.

Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”

Nada de conviver com as pessoas e depois,

Descobrir que não tem amizade a ninguém.

Nada de ser como tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.

Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,

É também criar laços de amizade, 

É criar ambiente de camaradagem,

É conviver, é se “amarrar nela”!

Ora é lógico...

Numa escola assim vai ser fácil! Estudar, trabalhar, crescer,

Fazer amigos, educar-se, ser feliz.

É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.


Professora Roberta Christiane.

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Jornal - 12ª edição - setembro 2024