sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Língua Portuguesa - 9º ano - Professora Roberta Christiane

 

   Olá, alunos do 9º ano!

   Continuaremos o estudo de orações subordinadas.



Orações sUBORDINADAS ADJETIVAS 

   Para falar sobre as orações subordinadas adjetivas, é bom relembrar as características das orações subordinadas substantivas.

   Você se lembra de que nelas (nas substantivas), cada oração que se apresentava dependente da primeira, também chamada de principal, era representada por um elemento diferente? Um sujeito, objeto direto, objeto indireto, enfim. Agora, nas chamadas adjetivas, a segunda oração, aquela que estabelece dependência com a primeira, é representada por um adjetivo. Dessa forma, para que você compreenda melhor como se dá esse processo, vamos analisar a oração que segue?

Admiro pessoas estudiosas. 

   Temos um período simples, formado por apenas uma oração, cujo verbo é representado por “admiro”.

   Que tal transformá-lo em um período composto, ou seja, formado por mais de uma oração?

Admiro pessoas que estudam.

   Agora sim, temos uma primeira oração: Admiro, cujo sujeito se classifica como oculto (eu); e uma segunda oração: que estudam. Mas como ela se classifica?

   No intuito de classificá-la, gostaríamos que você estivesse atento (a) a um detalhe importantíssimo: o termo “estudiosas” representa um adjetivo, pois qualifica o substantivo “pessoas”. Assim, relembrando o texto “Conhecendo a diferença entre classe e função”, a função assume valor de um adjunto adnominal.

   Outro aspecto, também de fundamental importância, faz referência ao pronome relativo “que”, como exposto na oração que nos serviu de exemplo (que estudam). Todas as adjetivas são introduzidas por esse pronome (relativo), sendo que ele pode ser substituído por outros, como por exemplo, “o qual”, “a qual”, “os quais” e “as quais”. Vamos tentar fazer a substituição? Depois de feita, você perceberá que o sentido continua sendo o mesmo, observe:

Admiro pessoas as quais estudam.

   Pois bem, saiba que em virtude dos dois aspectos que acabamos de estudar, a segunda oração se classifica como uma oração subordinada adjetiva.

   A partir de agora conheceremos as duas classificações das orações subordinadas adjetivas: as restritivas e as explicativas.

   Perceba este exemplo a seguir:

Os alunos que falavam alto estavam perturbando a professora.

   Como você pôde perceber, o termo que se encontra em destaque, “que falavam alto”, faz referência a somente um grupo de alunos, não a todos eles. Dessa forma, todo esse termo restringe, individualiza, o sentido do termo anterior, que no caso é representado por “alunos”.

   Diante dessa razão podemos afirmar que se trata de uma oração adjetiva restritiva, que especifica, restringe, o termo ao qual se refere.

   Agora, vamos analisar outro exemplo?

Os alunos, que são esforçados, conseguem obter um bom resultado nas avaliações.

   Obviamente que aqui não se trata mais de um grupo específico, mas sim de todos os alunos esforçados, ou seja, todos os alunos possuem essa característica. Nesse sentido, devemos estar atentos a dois aspectos fundamentais: um deles é que o termo que aparece grifado se encontra entre vírgulas, e o outro é que o sentido se refere a um conjunto como um todo.

   Por essas razões podemos afirmar que estamos diante de uma oração subordinada adjetiva explicativa.

Fonte: https://escolakids.uol.com.br

Vídeo: https://youtu.be/D-Y73YV77WA



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Língua Portuguesa - 1801 - Professora Roberta Christiane

 Olá, alunos do 8º ano!


OPERADORES ARGUMENTATIVOS

   Operadores argumentativos são expressões que ligam orações, períodos ou até mesmo parágrafos, conforme a intenção do autor.

   Os operadores argumentativos são palavras ou expressões fundamentais para a coesão textual, ou seja, para a ligação entre as diversas orações, períodos e parágrafos que existem em um texto. Eles são responsáveis por articular as partes do texto, conferindo a elas a intenção desejada pelo autor.    

Função

   A função dos operadores argumentativos é estabelecer uma ligação entre as orações, períodos ou até mesmo parágrafos de um texto. Eles são fundamentais para a unidade textual, haja vista que é por meio de tais operadores que as partes do texto relacionam-se.

Tipos

   Existem centenas de operadores argumentativos, e a língua, em seu uso, cria tantos outros nos diversos processos comunicativos. Entretanto, existem alguns desses operadores que valem a pena ter sempre em mente:

  • Operadores de oposição: são aqueles que interligam ideias que se contrapõem.

São eles: mas, porém, todavia, contudo, entretanto, no entanto, senão, embora, conquanto, ainda que, mesmo que, mesmo quando, apesar de que, se bem que, malgrado, não obstante, inobstante, em que pese etc.

Eu gosto de sorvete, MAS estou gripado.

  • Operadores de adição: são aqueles que aglutinam trechos com sentidos complementares, que não se contrapõem. São eles: e, nem, também, não só... mas também, mas ainda, como também, ademais, outrossim, além disso etc.

Eu NÃO SÓ vou ficar, MAS TAMBÉM dormirei aqui.

  • Operadores de conclusão: são aqueles que denotam uma conclusão em relação ao que foi dito anteriormente. São eles: logo, portanto, então, assim, enfim, consequentemente, por isso, por conseguinte, de modo que, por fim etc.

Eu não tenho dinheiro. LOGO, não irei sair hoje.

  • Operadores de explicação:  são os operadores que representam uma explicação sobre o que foi citado antes. São eles: pois, porque, que, porquanto etc.

Eu não posso comer lasanha, POIS tenho alergia a queijo.

  • Operadores de conformidade: são aqueles que fazem referência a algo ou alguém. São eles: conforme, como, segundo, consoante, de acordo com etc.

SEGUNDO Paulo Freire, ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.

  • Operadores de condição: sugerem uma condição para a realização de algo. Exemplos: se, caso, desde que, contanto que, exceto se, salvo se, a menos que, a não ser que, sem que, uma vez que (com o verbo no subjuntivo) etc.

SE fizer bom tempo amanhã, eu vou.

  • Operadores de finalidade: são aqueles que denotam a razão pela qual algo acontece. Exemplos: a fim de que, para que, com o fito de, que, porque (= para que) etc.

Eu bebo água A FIM DE QUE não fique desidratado.

  • Operadores de comparação: tais operadores constroem uma comparação entre duas sentenças. Exemplos: mais que, menos que, tão... quanto, tão... como, tanto... quanto, tão... como, tal qual, da mesma forma, da mesma maneira etc.

Um passeio no parque é MAIS agradável QUE sair para festas.

  • Operadores de consequência: são aqueles que denotam uma relação de consequência em relação a determinado ato. Exemplos: tão... que, tal... que, tanto... que, tamanho... que, de forma que, de modo que, de sorte que, de maneira que etc.

O grito foi TÃO alto QUE acordou toda a vizinhança.

  • Operadores de alternância: são os que apresentam uma relação de alternância entre dois polos. Exemplos: ou... ou, ora... ora, já... já, não... nem, quer... quer, seja... seja, talvez... talvez etc.

 ORA quero dormir, ORA comer.

  • Operadores de proporção, simultaneidade: são aqueles que sugerem uma relação de proporcionalidade entre os elementos interligados. Exemplos: à medida que, à proporção que, ao passo que, quanto mais, quanto menos etc.

À MEDIDA QUE estudo, me torno mais inteligente.

Fonte: https://escolakids.uol.com.br

(Por Vânia Duarte - Graduada em Letras)

Vídeos:

https://youtu.be/l6Ksxsaq7Ag


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Língua Portuguesa - 1601 - Professora Roberta Christiane

 Olá, alunos da 1601!


MEIO OU MEIA?

   Algumas palavras na língua portuguesa são muito utilizadas em nossa comunicação. O povo brasileiro costuma ser expressivo, tanto na fala como na expressão corporal, e utiliza vários advérbios, além de gestos, que até parecem uma extensão de nosso vocabulário, ajudando-nos a transmitir nossas ideias e pensamentos.

   Por isso, é comum recorrermos à palavra meio quando queremos intensificar ou nos referir a uma ideia de fração. Sendo assim, a palavra meio pode ser um numeral fracionário e também um advérbio de intensidade. Veja só os exemplos:

Marcelo não dormiu bem, por isso parecia meio cansado. (intensidade)

Eu estava meio entediado, então decidi dar uma volta. (intensidade)

Bebi meio copo de água antes de iniciar a corrida. (numeral fracionário)

A redação do aluno ocupou apenas meia folha. (numeral fracionário)

Catarina ficou meia triste com o cancelamento da viagem de férias. (intensidade)

   Ops, parece que temos um problema. Se você é um leitor atento e preocupa-se com a fala e com a escrita, provavelmente notou um erro no último exemplo dado. Afinal, Catarina ficou meia triste ou meio triste? Será que o advérbio de intensidade deve concordar com o substantivo feminino Catarina?

   Pois bem, fique atento à resposta: Meio, como advérbio de intensidade, sempre virá vinculado a um adjetivo e não sofrerá flexão de gênero, ou seja, se o adjetivo vinculado ao advérbio estiver no gênero feminino, ele não deverá sofrer alteração. Meia só será aplicada quando do uso do substantivo ou para indicar um numeral fracionário. Você pode dizer que comeu meia pizza, que deu meia volta na pista, mas não existe meia cansada, meia triste, meia distraída etc., exceto se você estiver se referindo ao substantivo meia, aquela que calçamos nos pés, mas temos de convir que nunca vimos uma meia triste ou cansada, não é mesmo?

   Para acabarmos de vez com a dúvida, basta pensarmos na palavra muito. Se a palavra muito não sofre variação, o mesmo deverá ocorrer com a palavra meio:

Catarina ficou muito triste com o cancelamento da viagem de férias.

Catarina ficou meio triste com o cancelamento da viagem de férias.

Ela ficou meio triste, mas depois, quando a viagem foi remarcada, ficou muito feliz.

   Agora nós já conhecemos o uso correto do advérbio de intensidade meio e você já pode dizer, sem medo de ser feliz, que estava meio em dúvida, e não meia em dúvida.

Fonte: https://escolakids.uol.com.br

(Por Luana Castro - Graduada em Letras)

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Língua Portuguesa - 9º ano - Professora Roberta Christiane

 Olá, queridos alunos do 9º ano!

   Continuaremos o assunto da aula anterior.

ORAÇÕES SUBORDINADAS REDUZIDAS

   Orações subordinadas reduzidas... esse nome lhe chama a atenção para algo? Sim, reduzidas. Reduzidas porque, como o próprio nome retrata, diz respeito a algo menor, reduzido, propriamente dito. Pois bem, como você sabe, as orações subordinadas, tanto as substantivas quanto as subordinadas adverbais, são introduzidas por conjunções, não é verdade? Não se lembra? Não se preocupe, vamos a um exemplo:

A professora disse que estava preocupada com os alunos.

Temos a oração principal: a professora disse.

Temos também a oração subordinada substantiva objetiva direta: que estava preocupada com os alunos.

Agora veja:

A professora disse estar preocupada com os alunos.

Constatamos que a conjunção integrante desapareceu e no lugar dela entrou uma forma nominal, expressa pelo verbo no infinitivo.

Dessa forma, temos uma oração subordinada reduzida de infinitivo.

Assim que entrou na sala a professora cumprimentou a todos.

Temos a oração subordinada adverbial temporal – assim que entrou na sala.

Temos também a principal – a professora cumprimentou a todos.

Reduzindo-a, temos:

Entrando na sala a professora cumprimentou a todos.

Como o verbo se encontra expresso no gerúndio, temos uma oração subordinada reduzida de gerúndio.

Assim que terminou a reunião os funcionários foram convocados.

Oração principal – os funcionários foram convocados

Oração subordinada adverbial temporal – assim que terminou a reunião os funcionários foram convocados.

Vamos reduzi-la?

Terminada a reunião os funcionários foram convocados.

Como pôde perceber, o verbo se encontra expresso no particípio, o que significa dizer que a oração se classifica como oração subordinada reduzida de particípio.

Fonte: https://escolakids.uol.com.br/portugues
(Por Vânia Duarte - Graduada em Letras)

Vídeos:

https://youtu.be/CGhndZFzcTU


https://youtu.be/FIKP7IRLjy4


https://youtu.be/rY3nMof_6jE


https://youtu.be/vLnbec_zrL0



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Língua Portuguesa - 1801 - Professora Roberta Christiane

  Olá, alunos da 1801!

   Vamos continuar o estudo da aula anterior!


A IMPESSOALIDADE NO TEXTO DISSERTATIVO

   Para começarmos a entender melhor, partiremos do pressuposto de que nesse tipo de texto prevalece, sempre, a exposição de opiniões, pontos de vista do emissor acerca de um dado assunto passível de discussão. Pois bem, que tal analisarmos alguns exemplos logo a seguir, hein?

A meu ver, precisamos ser mais cautelosos, pois o perigo anda rondando por aí.

Eu acho que precisamos ser mais cautelosos, pois o perigo anda rondando por aí.

   Pode até ser que você não tenha percebido, mas há nas duas orações alguns elementos que se encontram grifados. Nesse sentido, você concorda que eles são desnecessários ou não?

   Veja bem, se nesse tipo de texto o autor já expressa suas ideias, posicionamentos como esses são dispensáveis, pois ao afirmar acerca de algo, ele já retrata sua opinião. Portanto, não há necessidade de enfatizá-las, ok? Vamos retificar ambos os casos?

Precisamos ser mais cautelosos, pois o perigo anda rondando por aí.

   Outro aspecto, também muito importante, diz respeito à mudança de um ponto de vista dentro de um mesmo texto, ou seja, suponhamos que o autor iniciou sua redação em terceira pessoa do singular, no entanto, lá no finalzinho ele faz uso da primeira pessoa do plural.  Ora, não é preciso nem muito esforço assim para concluirmos que a uniformidade do texto foi quebrada, não é verdade?

   Partindo dessa ideia, cabe afirmar que em um texto dissertativo, você opta pelo uso da terceira pessoa do singular ou pela primeira do plural. E não se esquecendo de que, caso tenha iniciado o texto fazendo uso de uma pessoa gramatical (1ª ou 3ª), deve continuar até o final, para que assim não haja mudanças de pontos de vista defendidos, sim? 

Fonte: https://escolakids.uol.com.br

(Por Vânia Duarte - Graduada em Letras)

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Língua Portuguesa - 1601 - Professora Roberta Christiane

 Olá, alunos da 1601!


MORFOSSINTAXE DO SUBSTANTIVO

   Ao fazermos referência à morfossintaxe do substantivo, significa afirmarmos que ele poderá, de acordo com a situação em que se encontra empregado na oração, assumir distintas funções – das quais também já temos conhecimento. Ora, tente lembrar-se do objeto direto, complemento nominal, sujeito, predicativo do sujeito, adjunto adverbial, entre tantos outros. Assim, vamos analisar algumas situações nas quais podemos constatar esse fato? Observe atentamente:

O substantivo pode assumir diferentes funções dentro de uma oração

# Sujeito

A garota é linda.

Temos o sujeito – a garota, e o núcleo desse sujeito = garota – substantivo.

# Predicativo do sujeito

Ela é boa menina.

Menina = substantivo = predicativo do sujeito

# Objeto indireto

Precisamos de amor.

Amor = substantivo = objeto indireto

# Complemento nominal

Temos necessidade de amor.

Amor = substantivo = complemento nominal

# Agente da passiva

Fomos surpreendidos pelos visitantes.

Visitantes = substantivo = agente da passiva

# Vocativo

Alunos, façam a pesquisa.

 Alunos = substantivo = vocativo

# Adjunto adverbial

Fomos dar um passeio no shopping.

Shopping = substantivo = adjunto adverbial de lugar

# Aposto

A Beatriz, aluna, obteve a melhor nota da sala.

Aluna = substantivo = aposto

# Objeto direto

Lemos os livros.

Livros = substantivo = objeto direto

Fonte: https://escolakids.uol.com.br

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Língua Portuguesa - 1801 - Professora Roberta Christiane

 

   Olá, alunos do 8º ano!


   O assunto de hoje é: 

TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO

   O texto dissertativo-argumentativo se demarca pela exposição de ideias e opiniões do próprio emissor, baseadas em argumentos convincentes.

   Qualquer que seja o texto, ele possui uma finalidade, uma intenção. Dessa forma, é exatamente partindo desses aspectos que existem estruturas predefinidas para se construir aquela diversidade de textos, os quais alguns deles você já até conhece. Em se tratando dos dissertativos-argumentativos, como bem retrata o próprio nome, neles se evidencia a exposição de opiniões acerca de um determinado assunto, cujo propósito, ao final, é fazer com que o interlocutor realmente acredite, dê credibilidade aos posicionamentos elencados.

   Dada essa razão, o discurso, sobretudo em se tratando da linguagem utilizada, essa precisa estar clara, coerente e coesa, razão pala qual o conveniente é que se faça uso dos verbos na terceira pessoa do singular, mesmo porque cargas subjetivas são expressamente proibidas nessa modalidade.  Quando se fala “proibida”, a princípio pode até parecer algo imposto, mas, voltando nosso olhar especificamente fazendo menção ao fato de convencer o “outo lado”, não há nada mais banalizado que lermos alguns trechos em que se manifestam expressões baseadas no senso comum, ou seja, sem o menor grau de informatividade ao leitor. Por isso, o recomendável é o uso dos verbos na terceira pessoa do singular, haja vista que tal procedimento confere maior credibilidade ao que se está dizendo, ao que se está afirmando.

   Outro fator, de igual importância, revela-se pelo fato de a linguagem se encontrar adequada ao padrão formal da linguagem. Isso, porém, não significa dizer que o texto precisa se constituir de uma linguagem rebuscada, repleta de muitos formalismos, ao contrário, deve estar claro, preciso e objetivo, atendendo, portanto, aos propósitos demarcados por parte de quem o emite. Já não falando da estrutura que, como sabemos, deve obedecer a um padrão definido, constituído por uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão.

Fonte: https://escolakids.uol.com.br

(Por Vânia Duarte - Graduada em Letras)

Vídeos:

https://youtu.be/wLzyHn71GxQ


https://youtu.be/VQ2ta0VF4z0



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Jornal - 12ª edição - setembro 2024